Autor

Me chamo Marcio Melo e escrevo por pura pirraça.

Me chamo Marcio Melo e sou baiano do Recôncavo, natural da gloriosa Conceição do Almeida. Engenheiro de software por profissão e escritor por teimosia. Ando na cocó atrás de histórias que brotam quando o cotidiano desafia, ou a procrastinação permite. Sou pai de menina e de pets — e isso também entra na conta do que escrevo.

Desde cedo aprendi que a vida é uma grande coletânea de causos, alguns vividos, outros inventados. Em horário comercial convivo com IAs que prometem resolver tudo e, na prática, inventam metade e quebram o resto. Já perdi a graça de caçar bugs; agora passo o dia xingando um chatbot que se desculpa em loop e me devolve o mesmo erro com confiança de vendedor.

Já caí de um carro em movimento, fissurei o crânio numa aposta besta com o skate e torço por um time que nunca vence. Escrevo porque certas histórias não pedem licença nem puxam uma cadeira: ficam esperando serem encontradas. Entre commits e desculpas de máquina, sigo na espinha mole, com uma lambuzada de dendê e uns três minutos de atraso; o suficiente para dar tempo de rir antes que isso aqui vire uma tragédia.

Formei-me em Sistemas de Informação na força do ódio (contra o teste vocacional e as notas). Sou bairrista praticante; a escrita fica entre realidade e imaginação, com toda a malemolência baiana.

Publicações

Livros, antologias e ebooks — com sinopses e links de compra em Livros.

Onde me encontrar

Contato

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“Tudo isso aconteceu, acredite quem quiser. Passou-se na Bahia, onde essas e outras mágicas sucedem sem a ninguém causar espanto.”
(Jorge Amado, Dona Flor e Seus Dois Maridos, 1966)